O Palmeiras deixou o Fluminense ter a bola e ficou com o resultado. Venceu por 2 a 1 no Maracanã, na noite de quarta-feira, e abriu vantagem na semifinal da Libertadores diante de mais de 69 mil pessoas.
O primeiro tempo foi tricolor. Canobbio, Ganso e Nonato chegaram com perigo, e Hulk obrigou Carlos Miguel a trabalhar perto dos 40 minutos. Só que o gol saiu do outro lado. Num contra-ataque, Piquerez cruzou e Flaco López empurrou para a rede.
No segundo tempo o roteiro se repetiu. O Fluminense empurrou o Palmeiras para trás, mas apostou em cruzamentos e penetrou pouco. Depois dos 30 minutos, Felipe Anderson achou Marlon Freitas, que bateu de primeira e ampliou. Wesley Natã descontou de cabeça nos acréscimos, num escanteio em que Carlos Miguel saiu mal. O relato completo da partida está na CNN Brasil.
A leitura do jogo é clara: Abel Ferreira montou o time com três zagueiros e três meio-campistas, aceitou ficar sem a bola e transformou cada recuperação em ameaça. Duas chegadas limpas, dois gols. É o tipo de eficiência que vale mais em mata-mata do que qualquer estatística de posse.
O único senão foi o gol no fim. Ele muda a conta da volta. Com o 2 a 1, o Palmeiras se classifica com empate no Nubank Parque. Vitória do Fluminense por um gol leva a decisão para os pênaltis, e por dois ou mais coloca o Tricolor na final. Sem o gol de Wesley Natã, o rival precisaria de três.
A volta é na quarta-feira, 21 de outubro, às 21h30, em São Paulo. Quem passar encara o vencedor de Estudiantes e Flamengo, que começam a outra semifinal nesta quinta, em La Plata.
Foto: Cesar Greco/Palmeiras




