O Palmeiras passou para a final da Libertadores sem vencer o jogo de volta. Perdeu por 1 a 0 para o Fluminense no Nubank Parque, viu o agregado empatar em 2 a 2 e resolveu tudo na marca do pênalti: 5 a 3, com cinco cobranças convertidas.
O gol tricolor saiu aos 36 minutos do segundo tempo, com Hércules. Até ali, o Palmeiras administrava a vantagem construída no Maracanã, onde tinha vencido por 2 a 1. Administrou mal. O time recuou, chamou o Fluminense para o seu campo e pagou por isso no fim. Carlos Miguel já tinha salvado uma finalização de Arana logo no começo e voltou a ser decisivo na disputa por pênaltis. O relato completo está na Agência Esporte e no Lance!.
Nas cobranças, o Palmeiras foi perfeito. Mauricio, Gustavo Gómez, Ramón Sosa, Piquerez e Marlon Freitas bateram e marcaram. Do lado tricolor, Thiago Silva, Hércules e Guilherme Arana converteram. Nonato errou, e foi o suficiente.
Para o Fluminense, a eliminação tem gosto amargo. O time fez em São Paulo o jogo que precisava fazer, sem Martinelli, e chegou ao empate no agregado com fôlego para mais. Faltou o segundo gol nos minutos finais, e a decisão nas penalidades nunca foi o cenário mais confortável para quem vinha de três derrotas seguidas.
A leitura para o Palmeiras é dupla. O resultado é enorme: é a oitava final de Libertadores da história do clube. O desempenho na volta, porém, acende um alerta para a decisão. Recuar com vantagem curta funcionou desta vez por causa do goleiro.
A final é no dia 28 de novembro, no Estádio Centenário, em Montevidéu. O adversário sai nesta quinta, de Flamengo x Estudiantes, no Maracanã. Antes disso, o Palmeiras volta ao Brasileirão no sábado, às 18h30, contra o Red Bull Bragantino, em Barueri.
Foto: Nelson Almeida/AFP




