O Palmeiras chegou ao Paraguai nesta terça-feira com duas notícias boas e quatro problemas conhecidos. As boas: Khellven se recuperou da lesão na coxa direita e Barboza, poupado no jogo anterior por um trauma no pé, voltou a ficar à disposição.
Os problemas continuam os mesmos. Andreas Pereira cumpre suspensão pela expulsão, Ramón Sosa trata lesão na coxa esquerda, Paulinho tem problema na coxa direita e Jefté segue em recuperação de cirurgia no joelho direito. A lista de quem viajou e quem ficou está na Gazeta Esportiva.
A conta do jogo é direta. O 1 a 1 do jogo de ida, no Nubank Parque, não deixou vantagem para ninguém. Vitória classifica, nova igualdade leva para os pênaltis, derrota elimina. É o cenário em que o Cerro Porteño mais se sente em casa, com La Nueva Olla cheia e um adversário obrigado a se expor.
A ausência de Andreas Pereira é a que mais mexe na estrutura. Sem ele, o Palmeiras perde a saída de bola pelo meio e a bola parada ofensiva, que é justamente o recurso mais eficiente em jogo travado fora de casa. A volta de Khellven ajuda no lado direito, mas o time provavelmente vai depender mais de transição do que de construção.
O histórico serve de conforto parcial. O Palmeiras nunca perdeu no estádio do Cerro, e essa é a estatística que o elenco repetiu ao longo da semana. Barboza falou em terreno hostil e em união do grupo, discurso padrão de quem sabe que o jogo vai ser mais físico do que técnico.
A bola rola às 19h desta quarta-feira, em Assunção. Quem passar encara o vencedor da chave do outro lado, e o Palmeiras ainda lidera o Brasileirão com três pontos de folga para o Flamengo, o que faz de agosto o mês que define a temporada.
Foto: Cesar Greco/Palmeiras




