O Vasco sabe que a pausa acaba num lugar difícil, e treinou como quem sabe. O elenco fez duas sessões no domingo, em uma semana que o clube vem tratando como de intensidade máxima antes da volta dos jogos.
O calendário justifica. Segundo o SuperVasco, o time abre outubro com o clássico contra o Botafogo, no dia 7, às 20h30, no Nilton Santos. Três dias depois, recebe o Remo em São Januário. E no dia 13 viaja para enfrentar o Boca Juniors na Bombonera, pela ida da semifinal da Sul-Americana. A volta com os argentinos é no dia 20.
São três jogos em seis dias, com três pesos diferentes. O clássico mexe com a torcida. O jogo com o Remo é o mais importante da tabela: o Vasco é hoje o primeiro time fora da zona de rebaixamento, três pontos à frente do Internacional, e enfrentar um adversário que conquistou só cinco dos 27 pontos disputados no segundo turno é a chance clara de abrir distância. E a Bombonera é a Bombonera.
A gestão do elenco vai decidir o mês. Poupar contra o Botafogo para chegar inteiro ao Remo pode custar o clássico. Ir com força máxima nos dois pode deixar o time desgastado na Argentina. Não há resposta confortável.
Tem mais um detalhe no horizonte. O Vasco está nas semifinais da Copa do Brasil contra o Palmeiras, com ida em 1º de novembro e volta no dia 8, em São Januário, dentro da sequência de 12 dias seguidos de jogos que a CBF montou para o fim do calendário.
Por ora, o foco é o Botafogo. O rival também chega com problemas, já que perdeu Edenilson por lesão na coxa para o clássico. É o tipo de jogo que pode dar ao Vasco o impulso que a tabela pede.
Foto: Divulgação/SuperVasco




