Quatro vitórias seguidas no Brasileirão é coisa que o Santos não fazia desde 2019. O time de Cuca chegou lá em Belém, no lugar mais difícil da reta final.
Rony abriu o placar no segundo tempo, depois de assistência de Gabigol. O Remo empatou com Marllon pouco depois, e foi o próprio Gabigol quem resolveu na reta final do jogo, no Mangueirão lotado. O relato está no Lance! e no Diário do Grande ABC.
O contexto é o que dá tamanho ao resultado. O Santos entrou em campo três dias depois de cair na Sul-Americana nos pênaltis para o Atlético-MG e com uma lista de ausências que já virou rotina, incluindo Neymar, Coutinho, Everton Cebolinha e Willian Arão. Gabriel Brazão, segundo a Gazeta Esportiva, voltou a sentir o ombro esquerdo e passará por cirurgia.
Com tudo isso, o time chegou aos 38 pontos e ultrapassou o Botafogo, que tinha perdido para o Mirassol horas antes. A eliminação continental virou, na prática, o melhor calendário possível: uma competição a menos e um elenco curto que agora joga de sete em sete dias.
O ponto de atenção é a dependência. Gabigol participou dos dois gols e o Santos venceu por um. Quando ele não decide, o time ainda produz pouco no campo ofensivo, e isso apareceu nas partidas em que a defesa segurou o placar.
A sequência dirá se a arrancada é consistência ou fase. O que já dá para dizer é que ninguém esperava o Santos somando quatro em quatro depois de cair na Sul-Americana.
Foto: Paulo Henrique/Ag. F8/Folhapress




