O Palmeiras pediu 40 milhões de euros por Allan e o Manchester City aceitou pagar. A negociação está encaminhada, segundo apurou a Gazeta Esportiva, com 37,5 milhões fixos e mais 2,5 milhões em bônus, algo em torno de R$ 240 milhões pelo câmbio usado na apuração.
Duas semanas atrás a conversa era outra. O City rondava, o Palmeiras dizia que só negociava no valor cheio e o clube tinha até o fim da janela para decidir. O impasse acabou resolvido pelo lado mais simples: o comprador subiu até onde o vendedor tinha marcado.
Allan tem 22 anos, saiu da base do clube e soma 96 jogos, 9 gols e 12 assistências pelo profissional. Não é o artilheiro do time nem o jogador que decide sozinho. É a peça que dá largura e alternativa de progressão, função que costuma pesar mais na rotação do que na escalação titular.
O efeito imediato é de calendário. Allan deve ser desfalque já nesta quarta-feira, contra o Santos, pelas quartas da Copa do Brasil. Perder um jogador dessa função na véspera de mata-mata é problema de elenco, não de time: o Palmeiras tem substituto, mas passa a ter menos gente disponível para dois jogos em poucos dias.
O time abriu vantagem na liderança do Brasileirão no fim de semana e agora soma folga de pontos com folga de caixa. A pergunta que fica para setembro é se esse dinheiro vira reforço ainda nesta janela ou se o Palmeiras encerra o período tendo vendido mais do que comprou.
Foto: Cesar Greco/Palmeiras/by Canon




