Luís Castro poupou titulares, viu o time levar o primeiro gol e ainda assim saiu da Arena com o resultado que precisava.
Garcez abriu para a Chapecoense aos 15 minutos. O Grêmio virou em treze: Gustavo Martins empatou aos 18, Cristian Pavón fez o segundo aos 28 e o zagueiro voltou a marcar aos 10 do segundo tempo para fechar o 3 a 1. Os detalhes estão na Gazeta Esportiva.
O contexto explica a escalação. O Grêmio entrou em campo pensando na quinta-feira, quando recebe o Internacional às 20h pela volta das quartas de final da Copa do Brasil. O jogo de ida terminou sem gols no Beira-Rio, o que significa que a vaga na semifinal se resolve numa partida só, em casa, com o adversário obrigado a se expor mais do que gostaria.
A vitória sobre a Chapecoense fez duas coisas úteis. Interrompeu uma sequência de duas derrotas e deu ritmo a quem entrou no lugar dos poupados, que era exatamente a aposta do treinador. O risco valeu.
Na tabela, o quadro segue desconfortável. São 28 pontos e a 15ª colocação, num Brasileirão em que o Grêmio ainda não conseguiu descolar do pelotão de baixo. A Chapecoense fica em último, com 14, numa situação que já não comporta discussão sobre desempenho.
O que observar é o desgaste. Ganhar poupando é bom, mas a conta aparece se a quinta-feira exigir prorrogação. Depois do GreNal, o Grêmio volta ao Brasileirão em setembro, e o calendário não abre espaço para escolher em qual competição jogar bem.
Foto: LUCAS UEBEL/GREMIO FBPA




