O Atlético-MG chega ao Beira-Rio neste sábado, às 18h30, no melhor momento da temporada e com o time desfalcado. São dez jogos sem perder, o oitavo lugar com 32 pontos e seis ausências na lista: Lyanco, Léo Duarte, Igor Gomes, Gustavo Scarpa, Ângelo Preciado e Victor Hugo. As escalações prováveis estão no No Ataque.
Eduardo Domínguez ainda deve poupar mais gente, e o motivo tem data marcada. Na quarta-feira vem o clássico contra o Cruzeiro, que para o Atlético vale mais do que três pontos numa tabela em que ele já está fora da briga pelo título e confortável longe do rebaixamento.
Do outro lado está um adversário no fundo do poço. O Internacional é o 16º colocado com 24 pontos, não vence há três jogos e vai a campo sem Rochet, que se recupera de cirurgia, e sem Matheus Bahia e Victor Gabriel, suspensos. Paulo Pezzolano precisa improvisar na lateral esquerda, com Aguirre como favorito para a vaga.
A leitura do jogo é essa assimetria. Um time invicto há dez partidas jogando com reservas contra um time desesperado jogando com o que tem. Historicamente é o cenário em que a tabela engana, porque necessidade costuma valer mais que forma quando a diferença técnica não é grande.
O que observar é o segundo tempo. Se o Atlético abrir vantagem cedo, Domínguez tira os titulares que sobraram e o jogo vira teste de fôlego do Inter. Se o placar estiver aberto aos 30 minutos, o clássico de quarta fica mais caro do que o previsto.
Foto: Pedro Souza/Atlético




