Seis gols, três viradas e um pênalti nos acréscimos. O que aconteceu na Arena da Baixada não foi um jogo de terceiro contra quarto colocado, foi um jogo de dois times que não sabem defender.
Leozinho abriu para o Athletico aos 34 do primeiro tempo. Hulk empatou aos 37. Na etapa final, Benavídez recolocou o Athletico na frente, Canobbio empatou de novo aos 19 e Ignácio virou para o Fluminense aos 32. Já nos acréscimos, Viveros converteu o pênalti que fechou o 3 a 3. O relato está na Federação Paranaense de Futebol.
O que sobra é o cálculo da vaga na Libertadores. O Athletico continua em terceiro, com 45 pontos. O Fluminense fica em quarto, com 42. Os dois seguem no G4 e o empate manteve a distância entre eles intacta, que é exatamente o pior cenário para quem estava atrás e queria encostar.
Para o Athletico, o ponto tem gosto de vitória pela forma como veio e gosto de derrota pela forma como quase não veio. Sofrer três gols em casa contra um concorrente direto é o dado que não combina com campanha de terceiro colocado. Uma equipe que briga por Libertadores não pode transformar todo jogo grande em festival ofensivo dos dois lados.
Para o Fluminense, a leitura é inversa. O time virou fora de casa e não segurou. Nos minutos finais de um jogo que já estava resolvido, perdeu dois pontos que contam direto na disputa por fase de grupos.
Com Flamengo, Athletico, Fluminense e Bahia dentro de uma faixa de oito pontos, cada empate como esse pesa mais do que aparenta na planilha. O próximo bloco de rodadas é o que vai desenhar o G4 de verdade.
Foto: Luis Miguel Ferreira/Athletico Paranaense




